14 Novembro 2009

Cinco bons antivírus para Windows

Os vírus de computador estão se tornando cada vez mais sofisticados. Para ajudar a manter seu computador com Windows protegido contra essas pragas, conheça abaixo cinco bons softwares antivírus.


NOTA: A lista inclui antivírus gratuitos e versões trial.

1- avast! AntiVirus (gratuito na versão Home Edition)
Com 21 anos de existência, o avast! AntiVirus já é um velho conhecido neste mercado. A versão gratuita do avast! AntiVirus oferece proteção contra vírus, spywares, rootkits e outras ameaças utilizando uma série d emódulos que monitoram diversos aspectos (mensagens instantâneas, softwares P2P, e-mails e mais).

2 - Microsoft Security Essentials (gratuito)
O Microsoft Security Essentials chegou para substituir o Windows Live OneCare e o Windows Defender e oferece proteção contra vírus, spywares, rootkits e outros malwares.

3 - Avira AntiVir (gratuito na versão Personal)
O Avira AntiVir Personal é um antivírus gratuito que, embora não tenha todos os recursos de sua versão paga, oferece proteção básica contra vírus, rootkits e outros malwares.

4 - ESET NOD32 Antivirus (trial)
O NOD32 é um dos antivírus mais populares graças à sua boa taxa de detecção e baixo consumo de recursos do computador. Ele ainda conta com seu sistema de detecção ThreatSense, que usa sua comunidade de usuários como fonte.

5 - AVG AntiVirus Free (gratuito)
O AVG AntiVirus Free oferece proteção básica contra vírus, spywares, phishing e outras ameaças. Além disso, seu módulo LinkScanner oferece proteção contra links maliciosos presentes em resultados de sites de buscas.

12 Novembro 2009

Cloud Antivirus

Panda lança versão final do Cloud Antivirus

Com malwares como o Conficker ainda na memória do público, a segurança é sempre uma das principais preocupações dos usuários do Windows. E para ajudar a aliviar um pouco essas preocupações, a Panda Security anunciou a versão final de seu novo antivírus gratuito, o Panda Cloud Antivirus.

Como o nome já indica, o antivírus é baseado em computação de nuvem (ou cloud computing) e utiliza uma tecnologia proprietária da empresa chamada Collective Intelligence para poder detectar vírus, rootkits e outras ameaças. Graças à nova tecnologia, o programa identifica novos malwares quase que em tempo real.

O Panda Cloud Antivirus
está disponível gratuitamente para Windows XP, Windows Vista e Windows 7.

11 Novembro 2009

Imprima páginas Web totalmente personalizadas


Imprimir páginas Web diretamente pelo navegador sempre foi uma tarefa ingrata, principalmente porque as páginas apresentam vários recursos que não foram feitos para o papel. Para resolver este problema, o utilitário gratuito Printee permite remover temporariamente conteúdos da página Web para que ela tenha apenas o que você realmente deseja ver na folha impressa. O software é compatível com Internet Explorer 6/7/8.

01. O Printee se resume num botão na barra de ferramentas do IE. Se o botão não estiver disponível, clique com o botão direito do mouse numa área vazia da barra de ferramentas do IE e escolha Personalizar > Adicionar ou Remover Comandos....

02. Selecione Printee na lista na esquerda e clique em Adicionar >.

03. Ao clicar no botão do Printee, o site fica paralisado e você pode remover quaisquer elementos da página, simplesmente selecionando-os e clicando no botão Del, na barra de ferramentas do Printee.

 

04. Para facilitar a limpeza de itens, você pode remover todas as imagens (Images) e o fundo (Background) da página. Se você só quer um trecho do site, selecione-o e clique em Pick. Todo o resto do site será eliminado.

05. Com o trecho selecionado já separado, você pode formatá-lo (Page Style) usando quatro estilos diferentes (eBook, Newspaper, Novel ou Terminal).

06. Você pode imprimir a página normalmente usando o comando de impressão do Internet Explorer.

07 Novembro 2009

baterias de notebook

Reparo e reciclagem de baterias de notebook

Ao contrário das antigas baterias Ni-Cd, que podiam ser recuperadas de diversas maneiras caso vitimadas pelo efeito memória, não existe muito o que fazer com relação às baterias Li-Ion, já que uma vez que as células se deterioram, não há como recuperá-las.

Tentar recuperar uma bateria Li-ion através de uma descarga completa (como nas baterias Ni-Cd), é inútil. Só serviria para oxidar as células, acabando de vez com a bateria. Graças ao chip, as células de uma bateria Li-Ion nunca se descarregam completamente, pois o fornecimento é cortado quando a bateria ainda conserva de 10 a 20% da carga (de acordo com os parâmetros definidos pelo fabricante).

Entretanto, em muitos casos é possível reparar baterias substituindo as células. Este é um procedimento um pouco trabalhoso (devido à desmontagem e às soldas) e que demanda bastante cuidado, já que as células podem explodir caso a polaridade seja invertida ou em caso de curto (isso não é apenas um mito). Substituir as células também não funciona em muitos notebooks atuais devido a sistemas de segurança incluídos no circuito de carregamento, que armazenam as informações sobre as células em um chip de memória não-volátil e bloqueiam a carga da bateria caso elas sejam substituídas.

Apesar disso, reciclar baterias acaba sendo uma coisa a se tentar em último caso, já que o preço de baterias novas é sempre relativamente alto (mesmo baterias alternativas custam cerca de US$ 90 no exterior e o custo acaba dobrando no Brasil devido ao transporte e impostos) e é quase impossível encontrar baterias para modelos raros.

O primeiro passo é desmontar a bateria. Quase todas usam carcaças bem resistentes (justamente para evitar que curiosos tenham acesso às células), por isso é preciso sempre um pouco de perseverança. Comece removendo todas as etiquetas e tentando localizar as posições das travas. A partir daí você pode usar uma chave de fenda e uma paleta plástica para abrir cuidadosamente a bateria.

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A maioria das baterias atuais usam um layout bem similar ao da foto, com 6 células cilíndricas ligadas em duas séries de três células (é por isso que temos apenas 4 contatos indo para a placa controladora).

Cada bateria usa uma placa controladora própria que armazena informações sobre a carga das células e se comunica com a placa-mãe. Além de monitorar as tensões, ela inclui também um diodo térmico que permite monitorar a temperatura interna da bateria, o que permite interromper o carregamento caso as células superaqueçam.

A placa armazena informações sobre a capacidade das células, por isso o mais seguro é sempre adquirir células de capacidade igual ou superior às originais para evitar que a placa tente carregar as novas células além do limite (isso não deve acontecer em controladores atuais, mas não é bom arriscar).

Para calcular a capacidade individual das células, basta checar a capacidade total da bateria e dividi-la pelo número de grupos de células em paralelo. Uma bateria de 6 células com 11.1V e 4400 mAh, por exemplo, usa duas séries de 3 células (3.7V x 3 = 11.1V) o que indica que o uso de células de 2200 mAh (4400 mAh / 2).

A parte mais perigosa é soldar as novas células, já que as células de lítio se degradam rapidamente (e em casos mais extremos podem até mesmo explodir) caso sejam superaquecidas. Isso demanda uma boa dose de experiência. Uma boa técnica é colocar um pouco de estanho entre a folha metálica e a célula, pressioná-la contra a bateria usando uma chave de fenda e fazer a junção encostando o ferro de solda na folha e não diretamente na célula.

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É preciso ter também extremo cuidado durante todo o trabalho, checando e rechecando as polaridades e tomando todo o cuidado para que as células nunca entrem em curto. As células Li-Ion são vendidas com 40% de carga, por isso o circuito estará ativo o tempo todo, demandando cuidado redobrado.

Ao terminar, é vital que todos os contatos sejam bem isolados. Depois de fechada, é inevitável que a carcaça da bateria fique com uma aparência um pouco estranha, já que você quase sempre vai precisar colar as duas partes, por isso evite tentar viajar com ela de avião, especialmente se resolver ir para os EUA…

Ao ligar o notebook pela primeira vez com a nova bateria, o medidor acusará uma carga de 0%, já que o controlador da placa é zerado quando é separado das células. É também perfeitamente normal que o controlador interrompa a carga das baterias bem antes de atingir a carga máxima nas primeiras recargas, devido a todos as medidas de proteção. Conforme a bateria for passando por ciclos de carga e descarga completos, o controlador irá aumentar a carga lentamente, até chegar perto da capacidade máxima das células. Três links com algumas dicas adicionais são:

http://www.electronics-lab.com/articles/Li_Ion_reconstruct/index_1.html
http://www.summet.com/blog/2007/02/17/laptop-battery-refill/
http://linux-7110.sourceforge.net/howtos/netbook_new/LIbattery/LIbattery.html

Antigamente era muito difícil encontrar as células para venda, já que células de lítio não devem ser vendidas separadamente da placa controladora. Quase sempre você encontrava kits de células já montadas e tinha o trabalho adicional de desmontar e separar as células antes de poder usá-las.

Entretanto, isso mudou com a popularização das lanternas HPLED que usam células de lítio. Elas se tornaram rapidamente populares e acabaram por criar todo um mercado de células de lítio avulsas e carregadores para elas. Graças a isso, se tornou muito fácil encontrar células avulsas a preços módicos em lojas do exterior, como a dealextreme ou no Ebay. Você pode encontrá-las também nas lojas mais tradicionais, como a http://www.batteryspace.com/ e a http://www.batteryjunction.com/.

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Existem vários tamanhos de células de lítio. Quase todas as baterias de notebook usam células 18650, que têm um formato parecido com o de uma pilha AA, mas são bem maiores, com 18 mm de diâmetro e 65 mm de comprimento. Elas ao muito usadas em lanternas, por isso são fáceis de encontrar. Outros tamanhos comuns são:

10440: Do tamanho de uma pilha AAA.
14430: 7/8 do tamanho de uma pilha AA.
14500: Do tamanho de uma pilha AA.
14650: Mesmo diâmetro de uma pilha AA porém 15 mm mais longa.
26650: Mesmo diâmetro de uma pilha C (média) porém mais longa.
CR123: Quase metade do tamanho de uma 18650, com 17×35 mm. São muito usadas em lanternas.

Ao comprar, você vai encontrar tanto células protegidas (protected) quanto células simples (unprotected). As células protegidas não servem para reciclar baterias de notebook, pois (além de não ser uma boa ideia combinar o circuito na bateria com o na placa controladora) elas incluem um circuito adicional que aumenta o comprimento da bateria em 2 mm, fazendo com que elas não caibam dentro da carcaça.

Existem também muitos casos de notebooks antigos que utilizam células prismáticas (que possuem um formato quadrado), assim como muitos modelos atuais que utilizam células Li-poly. Elas são mais caras e muito mais difíceis de achar, o que torna a reciclagem bem menos vantajosa.

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